Por que as mulheres não se candidatam? Por que as mulheres não se elegem? Por que, apesar do avanço feminino os partidos não apostam em suas filiadas? Ainda é tempo de queimar sutiãs? Para buscar respostas a estas e outras questões, acontece nesta sexta-feira, dia 30 de março, às 13h30min, evento de encerramento do mês da mulher em Porto Alegre denominado "Os 80 anos do voto feminino". O seminário ocorrerá na UFRGS, promovido pelo Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a Mulher e Gênero da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a ONG Coletivo Feminino Plural, com apoio do Fórum de Mulheres de Porto Alegre e Rede Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos.
O deputado federal Henrique Fontana, relator da Comissão Especial da Reforma Política, vai debater sobre as propostas e os impasses em torno deste tema no Congresso Nacional. O seminário ouvirá também mulheres que há várias campanhas buscam cadeiras no legislativo e no executivo e integraram estudo realizado na universidade. Coordenam o seminário a professora Jussara Reis Prá e a jornalista Telia Negrão, ambas pesquisadoras do Núcleo Interdisciplinar. Elas vão apresentar estudos e dados de relatórios internacionais sobre a ocupação de espaços de poder e decisão pelas mulheres, entre os quais as Recomendações da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação à Mulher - Cedaw.
O evento será no Auditório Pantheon do IFCH/UFRGS, que se localiza fica na Avenida Bento Gonçalves 9500, Prédio C2. Destinado a estudantes da UFRGS, é aberto a todos ao público em geral ou interessados/as e fornecerá certificados. Informações e inscrições prévias pelos fones 3221 5298 (à tarde) e 3308 6884 (à tarde) ou pelos emails coletivofemininoplural@gmail.com e nucleomulher@yahoo.com.br.
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Assembleia pelo Estado Laico acontece nesta quinta-feira (22/3)
O Fórum Democrático, no piso térreo da Assembleia Legislativa do RS, recebe nesta quinta-feira (22/3) a Assembleia dos Movimentos Sociais pelo Estado Laico, organizada e convocada por movimentos e diversos segmentos sociais. Na ocasião, será assinada a carta do RS pelos Direitos Laicos, que será adiciona aos processos administrativos que tramitam no Executivo Estadual, Assembleia Legislativa do RS e Câmara de Vereadores para retirada dos crucifixos dos ambientes públicos e instituirá a assembleia como fórum permanente de discussão do tema.
O movimento, capitaneado pela Liga Brasileira de Lésbicas, Marcha Mundial de Mulheres, Somos, Themis, Nuances, Rede Feminista de Saúde, argumenta que a Constituição Federal, símbolo máximo da redemocratização do estado brasileiro, garante o Estado Laico, e citam o artigo 19, I: "estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma de lei, a colaboração de interesse público". “Sendo assim, não há razão para que sejam ostentados em suas dependências, crucifixos como a imposição de um Deus a permear as decisões ali tomadas”, diz nota da Marcha Mundial de Mulheres.
Além disso, o movimento ressalta a necessidade de um Estado efetivamente laico, imparcial, baseado na igualdade, no respeito das escolhas individuais, na concretização de direitos, sem a interferência de crenças religiosas.
O movimento, capitaneado pela Liga Brasileira de Lésbicas, Marcha Mundial de Mulheres, Somos, Themis, Nuances, Rede Feminista de Saúde, argumenta que a Constituição Federal, símbolo máximo da redemocratização do estado brasileiro, garante o Estado Laico, e citam o artigo 19, I: "estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma de lei, a colaboração de interesse público". “Sendo assim, não há razão para que sejam ostentados em suas dependências, crucifixos como a imposição de um Deus a permear as decisões ali tomadas”, diz nota da Marcha Mundial de Mulheres.
Além disso, o movimento ressalta a necessidade de um Estado efetivamente laico, imparcial, baseado na igualdade, no respeito das escolhas individuais, na concretização de direitos, sem a interferência de crenças religiosas.
segunda-feira, 19 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
8 de Março Dia das MENINAS das MULHERES
O MMM sauda a todas neste dia de Luta ...
e que a revoluçao continue
porque muitas lutaram e nos nao podemos parar ...
Dia Das meninas dia Das Mulheres ...
dia da VIDA !!!
MMF
2012
e que a revoluçao continue
porque muitas lutaram e nos nao podemos parar ...
Dia Das meninas dia Das Mulheres ...
dia da VIDA !!!
MMF
2012
Desigualdade de gênero é estupidez econômica, diz Banco Mundial Relatório
lançado nesta terça (6) aponta que quando as mulheres que operam na
agricultura têm acesso a insumos e fertilizantes como os homens, o produto
agrícola do país aumenta até 4%. Mostra, também, que a eliminação da
segregação no emprego aumenta a produtividade em até 25%. Demonstra, ainda,
que a participação das mulheres na vida política do país melhora a
qualidade das políticas públicas.
Najla Passos
*Brasília* - Investir em políticas de redução das desigualdades de gênero
favorece o crescimento dos países, com efeitos diretos na aceleração da
economia. Esta é uma das conclusões do relatório sobre o desenvolvimento
mundial de 2012, lançado nesta terça (6), pelo Banco Mundial, durante as
comemorações dos 80 anos do voto feminino no Brasil.
“Além de moralmente condenável, manter a desigualdade de gênero é uma
estupidez econômica”, afirmou o vice-presidente do Departamento de Redução
da Pobreza e Gestão Econômica do Banco Mundial, Otaviano Canuto.
O relatório aponta, por exemplo, quando as mulheres que operam na
agricultura têm acesso a insumos e fertilizantes como os homens, o produto
agrícola do país aumenta até 4%. Mostra, também, que a eliminação da
segregação no emprego aumenta a produtividade em até 25%.
Demonstra, ainda, que a participação das mulheres na vida política do país
melhora a qualidade das políticas públicas. “Nos Estados Unidos, o direito
ao voto das mulheres reduziu a mortalidade infantil de 8% a 15%”,
exemplificou o vice-presidente.
Segundo ele, desde que o banco passou a editar o relatório, há 30 anos,
esta é a primeira vez que a publicação é dedicada ao tema da desigualdade
de gêneros. E os resultados são reveladores. “Há um paradoxo em relação ao
combate às desigualdades de gênero no mundo. Em algumas áreas, há
progressos relativamente rápidos. Em outras, esse progresso é lento ou
mesmo inexistente”, disse.
Entre as áreas em que foi verificado um avanço significativo, o destaque
fica com a educação. O estudo aponta que, em 20 anos, a taxa de mulheres
matriculadas nas universidades aumentou sete vezes, contra apenas quatro
vezes dos homens.
Mesmo assim, 35 milhões de mulheres que deveriam estar nos bancos escolares
ainda estão alijadas do ensino superior. Essas mulheres estão concentradas,
principalmente, na África e no sul da Ásia. E dois terços delas pertencem a
minorias étnicas.
Em relação à expectativa de vida, também houve avanço. De 1960 para cá, as
mulheres estão vivendo, em média, 20 anos a mais. Entretanto, 4 milhões
ainda morrem precocemente, principalmente em países pobres, onde o acesso à
alimentação é priorizado para os homens e os índices de mortalidade materna
continuam alarmantes.
A inclusão das mulheres no mercado de trabalho apresentou melhoras
significativas. Em 30 anos, 552 milhões de trabalhadoras conquistaram um
posto de trabalho. Só na América Latina e Caribe, foram 70 milhões. O
Brasil contribuiu muito acima da média para estes números, com incremento
de 22% no percentual, contra apenas 2% da média mundial.
Os salários, porém, continuam inferiores aos dos homens que ocupam os
mesmos postos de trabalho. “Uma mulher ganha, em média, US$ 0,80, enquanto
um homem, na mesma função, recebe US$ 1”, afirma Canuto. No Brasil, a
diferença é ainda maior: os salários pagos às mulheres correspondem a 73%
dos pagos aos homens.
Em relação ao empoderamento, a desvantagem continua absurda. Em todo o
mundo, apenas 20% da representação parlamentar é feminina. Mesmo no Brasil
que elegeu sua primeira presidenta, o percentual de mulheres com cargo
eletivo é irrisório. A bancada feminina na Câmara ocupa apenas 45 das 513
vagas. No Senado, são 12 mulheres dentre as 81 cadeiras. No ranking geral,
o Brasil é o 116º país em representação feminina.
A questão da violência de gênero, porém, é a que mais preocupa. O relatório
estima que 510 milhões de mulheres sofrem abuso sexual, de seus parceiros
ou não, pelo menos uma vez na vida.
*Soluções apontadas*
Para o Banco Mundial, combater a desigualdade de gênero significa,
basicamente, facilitar o acesso das mulheres à educação, crédito, capital e
terra, proporcionar que elas exerçam atividades de alta produtividade e
garantir sua maior representação e voz nas esferas políticas. “O
crescimento econômico de um país pode ser maior se for acompanhado de
políticas de eliminação das desigualdades de gênero, reitera Canuto.
Segundo ele, o relatório do Banco Mundial é peça importante no diálogo com
as equipes econômicas dos países e, por isso, pode impactar favoravelmente
na luta por mais verbas para as políticas para as mulheres. Entretanto,
destaca que, para operar as mudanças necessárias, o preponderante é
garantir a vontade política em nível nacional.
agricultura têm acesso a insumos e fertilizantes como os homens, o produto
agrícola do país aumenta até 4%. Mostra, também, que a eliminação da
segregação no emprego aumenta a produtividade em até 25%. Demonstra, ainda,
que a participação das mulheres na vida política do país melhora a
qualidade das políticas públicas.
Najla Passos
*Brasília* - Investir em políticas de redução das desigualdades de gênero
favorece o crescimento dos países, com efeitos diretos na aceleração da
economia. Esta é uma das conclusões do relatório sobre o desenvolvimento
mundial de 2012, lançado nesta terça (6), pelo Banco Mundial, durante as
comemorações dos 80 anos do voto feminino no Brasil.
“Além de moralmente condenável, manter a desigualdade de gênero é uma
estupidez econômica”, afirmou o vice-presidente do Departamento de Redução
da Pobreza e Gestão Econômica do Banco Mundial, Otaviano Canuto.
O relatório aponta, por exemplo, quando as mulheres que operam na
agricultura têm acesso a insumos e fertilizantes como os homens, o produto
agrícola do país aumenta até 4%. Mostra, também, que a eliminação da
segregação no emprego aumenta a produtividade em até 25%.
Demonstra, ainda, que a participação das mulheres na vida política do país
melhora a qualidade das políticas públicas. “Nos Estados Unidos, o direito
ao voto das mulheres reduziu a mortalidade infantil de 8% a 15%”,
exemplificou o vice-presidente.
Segundo ele, desde que o banco passou a editar o relatório, há 30 anos,
esta é a primeira vez que a publicação é dedicada ao tema da desigualdade
de gêneros. E os resultados são reveladores. “Há um paradoxo em relação ao
combate às desigualdades de gênero no mundo. Em algumas áreas, há
progressos relativamente rápidos. Em outras, esse progresso é lento ou
mesmo inexistente”, disse.
Entre as áreas em que foi verificado um avanço significativo, o destaque
fica com a educação. O estudo aponta que, em 20 anos, a taxa de mulheres
matriculadas nas universidades aumentou sete vezes, contra apenas quatro
vezes dos homens.
Mesmo assim, 35 milhões de mulheres que deveriam estar nos bancos escolares
ainda estão alijadas do ensino superior. Essas mulheres estão concentradas,
principalmente, na África e no sul da Ásia. E dois terços delas pertencem a
minorias étnicas.
Em relação à expectativa de vida, também houve avanço. De 1960 para cá, as
mulheres estão vivendo, em média, 20 anos a mais. Entretanto, 4 milhões
ainda morrem precocemente, principalmente em países pobres, onde o acesso à
alimentação é priorizado para os homens e os índices de mortalidade materna
continuam alarmantes.
A inclusão das mulheres no mercado de trabalho apresentou melhoras
significativas. Em 30 anos, 552 milhões de trabalhadoras conquistaram um
posto de trabalho. Só na América Latina e Caribe, foram 70 milhões. O
Brasil contribuiu muito acima da média para estes números, com incremento
de 22% no percentual, contra apenas 2% da média mundial.
Os salários, porém, continuam inferiores aos dos homens que ocupam os
mesmos postos de trabalho. “Uma mulher ganha, em média, US$ 0,80, enquanto
um homem, na mesma função, recebe US$ 1”, afirma Canuto. No Brasil, a
diferença é ainda maior: os salários pagos às mulheres correspondem a 73%
dos pagos aos homens.
Em relação ao empoderamento, a desvantagem continua absurda. Em todo o
mundo, apenas 20% da representação parlamentar é feminina. Mesmo no Brasil
que elegeu sua primeira presidenta, o percentual de mulheres com cargo
eletivo é irrisório. A bancada feminina na Câmara ocupa apenas 45 das 513
vagas. No Senado, são 12 mulheres dentre as 81 cadeiras. No ranking geral,
o Brasil é o 116º país em representação feminina.
A questão da violência de gênero, porém, é a que mais preocupa. O relatório
estima que 510 milhões de mulheres sofrem abuso sexual, de seus parceiros
ou não, pelo menos uma vez na vida.
*Soluções apontadas*
Para o Banco Mundial, combater a desigualdade de gênero significa,
basicamente, facilitar o acesso das mulheres à educação, crédito, capital e
terra, proporcionar que elas exerçam atividades de alta produtividade e
garantir sua maior representação e voz nas esferas políticas. “O
crescimento econômico de um país pode ser maior se for acompanhado de
políticas de eliminação das desigualdades de gênero, reitera Canuto.
Segundo ele, o relatório do Banco Mundial é peça importante no diálogo com
as equipes econômicas dos países e, por isso, pode impactar favoravelmente
na luta por mais verbas para as políticas para as mulheres. Entretanto,
destaca que, para operar as mudanças necessárias, o preponderante é
garantir a vontade política em nível nacional.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Seminário para homenagear o Dia Internacional da Mulher
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até a próxima sexta-feira (02/03) através do email secretaria@apergs.org.br.
Confira a Programação:
8h20min – 8h50min - Credenciamento:
8h55min- Abertura: Manifestação do Presidente da APERGS, Procurador do Estado Telmo Lemos Filho
Conferência de Abertura:
9h –Políticas de Promoção à Equidade de Gênero e suas Interfaces para o Enfrentamento das Desigualdades Sociais
Luis Fujiwara – Coordenador do Programa Interagencial das Nações Unidas Gênero, Raça e Etnia
9h40min-9h55min - Debates
10h - Mulheres na Política: buscando a ampliação da representatividade de gênero na política brasileira
Profª Drª Jussara Prá – Departamento de Ciência Política (UFRGS)
Procuradora do Estado Fabiana Azevedo da Cunha Barth - Vice-Presidente para Assuntos Institucionais e Políticos da APERGS
Mediação: Amanda Santos Machado (NIEM/UFRGS)
10h50min - 11h - Debates
11h05min – Mulheres pelo Direito à Saúde no Feminino: gênero, saúde e direito ao corpo Profª Drª Dagmar Meyer – Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Conselheira Diretora da Rede Feminista de Saúde e da ONG Maria Mulher – Organização de Mulheres Negras, Maria Noelci Teixeira Homero
Mediação: Defensora Pública Federal Fernanda Hahn (Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva /DPU/RS)
11h55min - 12h05min - Debates
*** Intervalo para almoço ***
13h30min – Mulheres na Mídia: por um outro olhar para a questão de gênero Jornalista Ieda Risco (Rádio Guaíba)
Jornalista Sátira Machado (Secretaria de Política para as Mulheres/RS)
Mediação: Giancarla Brunetto – Liga dos Direitos Humanos da UFRGS
14h30min – 14h45min - Debates
14h50min - Lutas Sociais pelo Enfrentamento das Violências Contra a Mulher
Profº Drº José Vicente Tavares dos Santos – Departamento de Sociologia (UFRGS)
Carmen Hein de Campos, Coordenadora Nacional do Comitê da América Latina e do Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher/Brasil
Mediação: Procurador Jorge Terra (Diretor de Direitos Humanos da APERGS)
15h50min – 16h - Debates
16h05min – Sessão Especial:
A Efetivação da Lei Maria da Penha: um balanço apóscinco anos de aplicação
Telia Negrão, Jornalista e Secretária Executiva da Rede Nacional Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, membro do Comitê da América Latina e do Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher/Brasil
Defensora Pública do Estado Sandra Regina Falceta da Silveira, Núcleo Especializado de Atendimento de Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar da DPE/RS
Delegada Nadine Anflor, Delegacia da Mulher de Porto Alegre
Juiz de Direito Roberto Arriada Lorea, Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Porto Alegre
Promotor Luís Felipe de Aguiar Tesheiner, Núcleo de Apoio ao Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (MPE/RS)
Mediação: Socióloga Laura Zacher – Defensoria Pública da União/RS
17h20min – 17h35min - Debates
17h40min - Encerramento
Fonte: Ascom
Confira a Programação:
8h20min – 8h50min - Credenciamento:
8h55min- Abertura: Manifestação do Presidente da APERGS, Procurador do Estado Telmo Lemos Filho
Conferência de Abertura:
9h –Políticas de Promoção à Equidade de Gênero e suas Interfaces para o Enfrentamento das Desigualdades Sociais
Luis Fujiwara – Coordenador do Programa Interagencial das Nações Unidas Gênero, Raça e Etnia
9h40min-9h55min - Debates
10h - Mulheres na Política: buscando a ampliação da representatividade de gênero na política brasileira
Profª Drª Jussara Prá – Departamento de Ciência Política (UFRGS)
Procuradora do Estado Fabiana Azevedo da Cunha Barth - Vice-Presidente para Assuntos Institucionais e Políticos da APERGS
Mediação: Amanda Santos Machado (NIEM/UFRGS)
10h50min - 11h - Debates
11h05min – Mulheres pelo Direito à Saúde no Feminino: gênero, saúde e direito ao corpo Profª Drª Dagmar Meyer – Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Conselheira Diretora da Rede Feminista de Saúde e da ONG Maria Mulher – Organização de Mulheres Negras, Maria Noelci Teixeira Homero
Mediação: Defensora Pública Federal Fernanda Hahn (Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva /DPU/RS)
11h55min - 12h05min - Debates
*** Intervalo para almoço ***
13h30min – Mulheres na Mídia: por um outro olhar para a questão de gênero Jornalista Ieda Risco (Rádio Guaíba)
Jornalista Sátira Machado (Secretaria de Política para as Mulheres/RS)
Mediação: Giancarla Brunetto – Liga dos Direitos Humanos da UFRGS
14h30min – 14h45min - Debates
14h50min - Lutas Sociais pelo Enfrentamento das Violências Contra a Mulher
Profº Drº José Vicente Tavares dos Santos – Departamento de Sociologia (UFRGS)
Carmen Hein de Campos, Coordenadora Nacional do Comitê da América Latina e do Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher/Brasil
Mediação: Procurador Jorge Terra (Diretor de Direitos Humanos da APERGS)
15h50min – 16h - Debates
16h05min – Sessão Especial:
A Efetivação da Lei Maria da Penha: um balanço apóscinco anos de aplicação
Telia Negrão, Jornalista e Secretária Executiva da Rede Nacional Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, membro do Comitê da América Latina e do Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher/Brasil
Defensora Pública do Estado Sandra Regina Falceta da Silveira, Núcleo Especializado de Atendimento de Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar da DPE/RS
Delegada Nadine Anflor, Delegacia da Mulher de Porto Alegre
Juiz de Direito Roberto Arriada Lorea, Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Porto Alegre
Promotor Luís Felipe de Aguiar Tesheiner, Núcleo de Apoio ao Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (MPE/RS)
Mediação: Socióloga Laura Zacher – Defensoria Pública da União/RS
17h20min – 17h35min - Debates
17h40min - Encerramento
Fonte: Ascom
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